| |
O segmento conta com cerca de 11.000 empresas, em sua maioria
micro ou de pequeno porte, com estrutura simples e familiar.
Elas estão espalhadas pelo Brasil, no entanto em algumas regiões
ou cidades, em função da disponibilidade de matérias-primas,
existem grandes concentrações desse tipo de indústria.
A instabilidade econômica do país e a falta de programas habitacionais
nesses últimos anos tem se refletido no mercado de cerâmica
vermelha. A indústria da construção civil, principalmente consumidora
desses produtos, que agrega construtoras e revendedores, teve
suas atividades praticamente estagnadas.
Esta situação, e influenciada pela revolução industrial que
está ocorrendo, tem forçado o segmento a melhor se organizar
para enfrentar um mercado cada vez mais competitivo e exigente
por qualidade. Dessa forma o segmento tem se empenhado em enquadrar
seus produtos de acordo com as exigências das normas técnicas.
Outra preocupação do segmento é o de reduzir a grande diversificação
de tipos de produtos existentes, não só visando uma redução
de custos de produção, mas também para atender melhor a construção
civil com produtos dentro de certos padrões, que proporcionem
uma efetiva diminuição dos desperdícios que hoje ocorrem nessa
área, de um modo geral da ordem de 30%.
Dado o grande número de empresas e sua pulverização num pais
com extensão territorial tão grande é difícil o levantamento
de números precisos sobre o segmento. Portanto, os apresentados
na tabela abaixo são apenas estimativas.
|
|