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No total são cerca de 114 empresas, das quais 44 são fabricantes
e 70 são distribuidoras ou representantes. Das 44, 13 são empresas
de médio e grande porte. A distribuição geográfica destas empresas
no território nacional é mostrada a seguir.
refratários aluminosos e sílico-aluminosos;
refratários de magnésia-carbono;
refratários de magnésia-espinélia;
refratários de magnésia-cromita;
refratários de dolomita;
refratários de carbeto de silício ligados a
nitreto;
refratários de Al2O3
SiC C;
refratários de Al2O3
MgO C;
válvulas gavetas;
sede de válvulas;
plugs porosos e de passagem direcional;
diques e barragens para tundishes;
concretos refratários convencionais, de baixo
cimento, de ultrabaixo cimento e self-flowing;
concretos para projeção;
massas de tamponamento;
argamassas refratárias;
massas refratárias e pré-moldados.
Em termos de refratários a indústria brasileira
é praticamente auto-suficiente, chegando a exportar o excedente
de sua produção. Em 1998 as exportações alcançaram cifras de
US$ 38 milhões, enquanto as importações foram de US$ 23 milhões,
representando um superávit na balança comercial. Dentre os principais
produtos importados, destacam-se:
válvulas longas submersas;
peças refratárias eletrofundidas.
Apesar do excelente desempenho das indústrias
brasileiras de refratários e da qualidade de seus produtos;
existe uma tendência de queda no faturamento e na produção,
devido aos menores consumos específicos de refratários nas indústrias.
Atualmente os valores de consumo específico nas siderurgias
estão próximos a 11 quilos de refratário por tonelada de aço,
valor este que se assemelha ao obtido pela indústria japonesa.
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