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Este segmento compreende:
Cerâmica indígena.
Cerâmica popular, que tem
influências das cerâmicas indígenas e européia.
Cerâmica contemporânea, que
corresponde à cerâmica artística atual, ligada a várias influências
e tecnologias modernas.
A Cerâmica Indígena está restrita a museus e a algumas tribos,
que ainda a produzem, como os Tucunas no Amazonas.
A Cerâmica Popular está concentrada em algumas regiões do país,
como:
São Paulo: a cerâmica de Apiaí,
no Vale do Ribeira;
Santa Catarina: a chamada
cerâmica açoriana de origem portuguesa;
Minas Gerais: a cerâmica do
Vale de Jequitinhonha;
Pernambuco: no alto do Moura
a Cerâmica do Mestre Vitalino e seguidores;
Pará: em Icoracy, berço da
cerâmica marajoara e tapajônica.
A Cerâmica Contemporânea, apresenta uma boa representatividade
de Norte a Sul do país. Os centros mais importantes são: São
Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Porto Alegre.
A Cerâmica Popular como um todo tem um papel social importante
já que muitas comunidades se sustentam daquilo que produzem.
No caso da Cerâmica Contemporânea tem se notado progressos acentuados.
Excelentes designers ceramistas têm surgido e os artistas, em
geral, têm procurado aprofundar seus conhecimentos, para produzir
peças de melhor qualidade a partir de matérias-primas mais adequadas
e técnicas de fabricação mais modernas. Outro fato interessante
é que o artista está deixando de ficar restrito a seu atelier
e procurando conhecer melhor os aspectos mercadológicos. Com
isto ele está tendo uma participação maior no mercado, inclusive
micro empresas estão surgindo nessa área. Alguns estão exportando
e consta que uma delas exporta cerca de U$200mil/mês.
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