Palestras

Os Cenários da Indústria Cerâmica e do Gás Natural entre 2006 e 2011

Palestrante: Hudson Brito - Consultor Técnico, COMGÁS

Na apresentação será feita uma abordagem sobre:
- o Cenário atual no Brasil ,
- os projetos de expansão do gás natural (Bacia de Campos, Bacia de São Sebastião, Manati etc..);
- quais os riscos que corremos caso o governo federal tenha que despachar uma termoelétrica a gás;
- situação política atual da Bolívia;
- continuaremos comprando gás da Bolívia; mesmo quando formos auto-suficiente?
- quais os riscos de estagnação do segmento cerâmico (pólo de Santa Gertrudes) com a falta do gás natural?

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A Competitividade dos Minerais Industriais Brasileiros: Referências Internacionais e Oportunidades para o Setor Minero-Cerâmico

Palestrantes: José Mario Coelho - UFRJ; Marsis Cabral Júnior - IPT
 

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Aspectos da Produção de Cerâmica na China e Referências para o Aprimoramento Competitivo do Setor Brasileiro de Cerâmica de Mesa

Palestrantes: José Francisco Motta, Luiz Carlos Tanno, Abraham Yu - IPT

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Situação e Possíveis Impactos da Resolução CONAMA 369 no Setor Cerâmico Brasileiro

Palestrantes: Fernando Mendes Valverde - ANEPAC; Marcelo R. Sampaio - BARUEL / GYOTOKU
 

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Mecanismos de Controle de Matérias-Primas Vidreiras

Palestrante: Mauro Akerman - CETEV/SP

O processo de obtenção de vidros comerciais a partir da fusão de matérias-primas (na maioria minerais) em grandes fornos industriais é complexo e caro. Pequenas variações nas características físicas e químicas dessas matérias-primas podem causar efeitos sobre as diversas etapas de fabricação dos vidros, tais como a homogeneização da massa de vidro fundido, a qualidade e velocidade de refino (eliminação de bolhas), o processo de conformação, as propriedades do produto final e mesmo sobre a duração da campanha do forno (tempo de utilização do forno até a parada para manutenção dos refratários). Nesta palestra serão abordados os principais mecanismos e estratégias utilizados no controle de qualidade das matérias-primas utilizadas por um grande grupo videiro brasileiro, desenvolvido a partir da experiência acumulada ao longo dos anos envolvendo o controle de parâmetros físicos, químicos e mineralógicos.

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Eficiência e Economia na Moagem de Barbotina

Palestrante: Marcial Godoi - Kromu Corpos Moedores

INTRODUÇÃO:
A indústria cerâmica tradicionalmente usa em seus processos de preparação da barbotina moinhos de bolas com corpos moedores de alta alumina.
Na tecnologia de preparação da barbotina o uso de corpos moedores de alta alumina é duplamente inconveniente, pois é muito mais caro e reduz o rendimento dos moinhos.
A substituição de bola de alta alumina por bola de aço é altamente vantajosa!
O uso de bolas de aço para preparar a barbotina pode trazer dois enormes ganhos o primeiro é a redução drástica do custo de moagem para menos da metade e a segunda é aumento enorme da capacidade da instalação de moagem para mais do dobro.

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As Cerâmicas como Destino de Resíduos Industriais

Palestrante: Samuel M. Toffoli - EPUSP

Nas últimas poucas décadas e, em especial, nos últimos anos, tem-se intensificado muito a incorporação de um grande número de resíduos industriais e de mineração às cerâmicas tradicionais (incluindo-se o cimento). Nesta palestra vai ser apresentada uma revisão do que tem acontecido de mais importante nessa área, tanto do ponto de vista industrial, discutindo-se alguns procedimentos hoje em uso no Brasil, como do ponto de vista dos procedimentos ainda embrionários, através de uma compilação dos estudos acadêmicos científicos e tecnológicos que têm sido relatados na literatura técnica e apresentados nos principais encontros técnicos brasileiros.

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Matérias-Primas Cerâmicas da Bahia - A Vantagem de se Investir na Bahia

Palestrante: Rafael Avena Neto - Diretor Técnico da CBPM

Será abordado o aspecto técnico da pesquisa, quantificação e qualificação dos depósitos de argilas e também, a disponibilidade de outros bens minerais, como feldspato, nefelina-sienito, dentre outros, que a CBPM e o Estado da Bahia dispõe.

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A Distribuição de Gás Natural na Bahia: Situação Atual e Perspectivas Futuras

Palestrante: Representante da Bahiagás

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Mudanças Climáticas: Desafios e Oportunidades para os Empresários do Setor Ceramista (Créditos de Carbono)

Palestrante: Paulo Augusto Zanardi Jr. - Ecológica Assessoria Ltda.

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Refratários do sistema MgO-TiO2-CaO para aplicação em zona de queima de fornos de cimento

Palestrante: Luís Leonardo Horne Curimbaba Ferreira - ELFUSA Geral de Eletrofusão

Refratários isentos de cromo têm sido foco de atenção nos últimos anos devido aos problemas ambientais causados durante sua disposição. Como alternativa, vários sistemas vêm sendo estudados para a zona de queima de fornos de cimento. Neste trabalho foram avaliados refratários magnesianos contendo agregados do sistema MgO-TiO2-CaO obtidos por processo de eletrofusão. Estes refratários foram comparados com um refratário padrão de magnésia-espinélio em ensaios físicos, termomecânicos e termoquímicos. Refratários contendo agregados do sistema MgO-TiO2-CaO mostraram-se bastante promissores para serem usados na zona de queima de fornos de cimento.

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Efeito do MgO na sinterização ultra-rápida da mulita em forno de microondas

Palestrante: Pollyane Márcia de Souto - UFSCar

A sinterização de materiais cerâmicos por meio de energia de microondas abre excelentes perspectivas no processamento cerâmico, pois possibilita a obtenção de microestruturas com tamanho de grãos mais finos, e homogeneamente distribuídos, quando comparadas após sinterização por método convencional. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do aditivo de sinterização MgO na sinterização ultra-rápida da mulita em forno de microondas. Para realizar este estudo foi utilizada uma mulita de alta pureza. Amostras de mulita sem e com adição de MgO variando de 0,1 a 0,5% em peso foram preparadas por liofilização e prensadas isostaticamente a 200MPa. As amostras foram sinterizadas em forno convencional e de microondas, por até 16 minutos. Após a sinterização foi determinada a densificação, e análise microestrutural por MEV. Os resultados comprovaram que o aditivo de sinterização MgO elevou de forma significante a densificação da mulita, tanto na sinterização convencional quanto na sinterização por microondas.

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Avaliação dos perfis térmicos, microestrutura e das propriedades termomecânicas de tijolos refratários magnesianos utilizados na linha de metal de panelas de aciaria

Palestrante: Álvaro Niedersberg Correia Lima - UFRGS

A utilização de refratários magnesianos na siderurgia obrigou a alterações nos tratamentos térmicos das panelas de aciaria visto que estes novos materiais são mais condutores, onde seu estado térmico tem forte influência na temperatura do aço. Assim, este trabalho teve como objetivo avaliar os perfis térmicos, propriedades termomecânicas e microestrutura de tijolos magnesianos usados como refratários de desgaste em panelas de aciaria. O perfil térmico nos refratários mostrou-se satisfatório para o emprego em panelas de aciaria, sendo monitorada durante as etapas de aquecimento, refino no forno panela e resfriamento após o fim da sua vida útil. A microestrutura dos refratários foi avaliada com microscopia eletrônica de varredura e de luz transmitida, onde se identificou a presença de grãos grandes de magnésia sinterizada em uma matriz de grafita e grãos menores de magnésia. As propriedades termomecânicas estudadas foram: resistência à compressão e flexão, choque térmico, porosidade aparente e absorção de água.

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Aplicação de concreto isolante bombeável em vaso separador da unidade de craqueamento catalítico de refinaria de petróleo

Palestrante: Luís Henrique Rodriguez de Mattos Gobbo - PETROBRAS

Entre as diversas técnicas de aplicação de materiais monolíticos, o método de bombeamento vem adquirindo destaque devido a redução no tempo de refratamento, a eliminação de poeiras e de perdas por rebotes e ainda, a redução de riscos de acidentes. Visando este método e considerando a aplicação em Unidade de Craqueamento Catalítico Fluido, foi desenvolvido um concreto isolante convencional auto-escoante e com propriedades físicas que atendem a norma Petrobrás N-1728, Classe A. O material apresenta alta resistência mecânica e alta escoabilidade, obtidas por meio da utilização de modelo de distribuição granulométrica compatível, matérias-primas de alta área superficial e sistema de aditivação eficiente. A aplicação do material foi realizada com sucesso na Refinaria de Paulínia em um projeto de atualização tecnológica da Unidade de Craqueamento (U-220 A), e considerada um método inovador para este tipo de equipamento.

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Minerais Não-metálicos Industriais: Divergência de Resultados Granulométricos Interlaboratoriais

Palestrante: Manoel Jacomo Bonilha Cordova - Mineração Jundu

Durante toda a produção, armazenamento e expedição das areias industriais são adotados processos apurados, equipamentos e dispositivos adequados para garantir a homogeneidade da distribuição granulométrica de todo o lote. No entanto, às vezes são encontradas divergências nos resultados de análises granulométricas, quando comparamos performances de laboratórios distintos.
O presente trabalho evidencia a boa técnica e os cuidados praticados para se obter a homogeneização da distribuição granulométrica do produto saindo da fábrica e os fatores que podem levar às divergências nas análises de diferentes laboratórios. Fatores estes que podem estar relacionados com o transporte do produto, deficiências nas amostragens, armazenamento inadequado no usuário e diferenças nos equipamentos/instrumentos de análises.
Está descrito um sistema de amostragem a vácuo que proporciona a coleta de amostras com maior representatividade da carga, bem como um sistema eficaz para aferição de peneiras de laboratório.

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